Martins Esporte Clube... Nascido para ser campeão.

Enquanto houver um contador de história, sempre haverá observações a serem acrescidas. O registro de coisas, que para muitos são apenas coisas...

Para um contador de história, são coisas de grande importância, que daqui a pouquinho vai ser de grande utilidade para muitos outros. Quem sabe, novos contadores de HISTÓRIA e da HISTÓRIA, a próxima, quem sabe ? !.

Segue um breve relato, do muito que se tem a contar do time do Martins EC.

Osmar de Amigos agradece.

Personagens

de uma linda história de um time.

Martins Futebol Clube, o primeiro time de futebol da cidade, em foto da década de 1930. No ano de 1944,mudou o nome para Martins Esporte Clube - MEC - denominação que existe até hoje. Esse campo de futebol ficava em frente às torres da Cerâmica Martins, entre a atual AABB e as torres que sobreviveram.

Cada time tem um escudo que fica na camisa, na bandeira, na faixa, sede do time, no muro pintado e muitas vezes tatuado na no corpo.

O significado maior do escudo, ou brasão, ou logotipo ou qualquer outro nome, atende por:

Amor,

Carinho,

Idolatria,

Loucura,

Paixão e Respeito.

... É mais ou menos assim o sentimento por um

TIME DE FUTEBOL no coração de cada um.

(por: web / Osmar de Amigos.

Martins Esporte Clube, decada de 1940.

Carlos Lopes Garcia e André Moia, jogadores da década de 1940.

O estádio ficava nas proximidades da antiga Cerâmica, onde hoje há um coreto (era o local das autoridades) e uma caixa d'água, perto da AABB.

Martins Esporte Clube, decada de 1960.

O MEC - Martins Esporte Clube lamenta o falecimento de seu ex-jogador Ênio Dal Fabro, aos 82 anos, zagueiro da década de 1960. Nesta foto, ele está em pé, é o quarto da esquerda para a direita. (Museu Virtual de Martinópolis)

Martins Esporte Clube, de 1961.

Time campeão amador de regional Em pé: Nico Bugre, mascote Helinho, Lino, Waldemar, Sérgio, Copegni, Dr. Mário presidente da Liga Regente Feijó, Quincas, Zizo e Fernandão. Agachados: Roberto Costa, Élcio, Ênio, Helinho, Santinho e Ézio. (Foto e nomes enviados por e-mail por Paulo Roberto Portela Costa).

Martins Esporte Clube, de 1962.

Homenagens postadas em redes sociais.

Foto do time do Martins Esporte Clube de 1962, lá da minha terra natal Martinópolis/SP, onde meu pai Elesbão (2º em pé da esquerda para a direita), era zagueiro e meu tio Abel (in memoriam - 3º em pé da esquerda para a direita) era o volante. Meu grande orgulho, pois este time era profissional e jogava na época a 2ª Divisão do estado de São Paulo, segundo as pessoas falam, meu pai jogava muito... Quando eu o vi jogar já aqui no veteranos do Corinthians de Presidente Venceslau ele ainda jogava bem demais !!! Isso é HISTÓRIA escrita com "H" e com acento no "Ó", é bonita e é só pra quem tem pra contar e mostrar, valeu meu grande PAI !!!

Edinaldo Minéia Camargo Sant'Ana

13 de agosto de 2012

Martins Esporte Clube, em 1963

Em pé: Waldemar Coco, Quincas, Lino, Enio, Zizão e Fernandão.

Agachados: Elcio Sanches, Mazola, Ilton, Hélio Sanches e Roberto Costa.

Marttins Esporte Clube, 1973

Edição de 26-08-2015, Jornal O Imparcial de Presidente Prudente / Valter Sabino.

Martins Esporte Clube, 1974.

MEC - Martins Esporte Clube, em foto de 1974. Os nomes dos jogadores e da equipe técnica estão mencionados na própria foto.

(Foto do acervo de Antonio Catharino).

Martins Esporte Clube, 1975.

Em pé: Portela, Veloso, Pinguinha, Angelo, Yoyo, Paulo Angelosi e Fernandão.

Agachados: Mário Sabido, Guina, Ronaldo, Joãozinho, Narciso, Pele Branco, Luizinho Nastari e Liminha. (Colaboração: Luizinho Nastari).

Martins Esporte Clube, 1978.

Em pé: Portela, Taina, Miro, Genivaldo, Renilton, Lorinho, Luiz Carlos, Helinho e Fernandão

Agachados: Alailton, Nenê Cabeção, Chai, Eloi, Adilson, Ronaldo, Rui e Guina.

Colaborou: Marilene João Honório

Martins Esporte Clube, 1984.

Campeão amador regional.

Martins Esporte Clube

AJUDE ESCALAR O TIME

Veteranos do Martins Esporte Clube, 1980

Time de veteranos: Ontem, hoje, sempre.

AJUDE ESCALAR O TIME

Equipe de Martinópolis nos Jogos Abertos do Interior de 1994 - Campinas

AJUDE ESCALARO TIME

Martins Esporte Clube, 2000

Em pé Tininho, Marcel, Rodrigo, Charles, Ronaldo, Deivão, Diabeda, Adilson e Titela. Agachados: Fabinho, Nena, Tisiu, Kiko, Nandão, Cabeça, Lolo, Naldo e Xandi Oreia.

Final do Campeonato Amador Regional, ano 2000

Primeiro jogo: Martins EC 3 x 1 Sandovalina

Segundo jogo: Sandovalina 2 x 3 Martins EC

*CAMPEÃO: Martins Esporte Clube

O maior adversário do Martins EC

AMEA - Associação Martinopolense Esportes Atléticos

Ano de 1958 - AMEA, campeão juvenil (invicto) da Alta Sorocabana

Em pé: Zizo, Paulão, Dedeu, Ze-do-Prado, Chicão e Toni Vanzeli.

Agachados: Elcio, Toninho Nastari, Copato, Esquimo e Ciro (filho do Fifa). (Foto credito: Luiz Angelo Peroni (Zizão).

OBS: "Ao pesquisarmos informações a respeito do Martins EC, nos deparamos com um vasto material a respeito da história do AMEA, que sera contada em breve"

Derby

Domingo à tarde, antigamente, era assim... Arquibancada cheia prestigiando os jogos do MEC - Martins Esporte Clube. Se era derby local, contra a AMEA, a disputa era ainda mais acirrada.

Abrindo o coração

A saudade bateu fundo em minh'a alma neste dia tão especial. O primeiro motivo,

foram as belas e doces lembranças minha querida e saudosa mãe, dona Apparecida. É isto mesmo, Apparecida com duas letras P. O outro momento, foi caminhando pelas ruas de Martinópolis, visualizei o velho estádio do Martins Esporte Clube. Muitos momentos inesquecíveis, vividos neste local, defendendo meu glorioso Clube Atlético Indianense contra o Martins, em partidas válidas pelo Campeonato Amador do Estado de São Paulo ou jogos amistosos. Vivi em segundos momentos fincados em nossa memória e imperecíveis com o coração batendo forte e o pensamento revivendo fortes emoções à velocidade da luz.

Willian José Sartori

14 de maio

Nome Oficial: Estádio Coronel João Gomes Martins

Endereço: Rua Raimundo Rossi

Proprietário: Martins Esporte Clube

Martinópolis, onde nasceu o Martins

É um vídeo de caráter histórico, servindo assim, como fonte de dados sobre a cidade de Martinópolis. Tem também o objetivo de mostrar as belezas turísticas da cidade, como é o caso do Balneário da Represa Laranja Doce.

Vídeo publicado no Youtube por: Osvaldo Soares da Silva

em 23 de dez de 2007.

Sejam bem-vindos !

(Forto Acervo: Valdemar Bicudo)

Ferrovia

O Governo Paulista objetivando povoar e desenvolver o interior na sua região Oeste, deu o direito por contrato para as Companhia Paulista e Sorocabana a construção das ferrovias que chegaram as barrancas do Rio Paraná.

A região onde hoje se encontra a cidade de Martinópolis pertencia ao Distrito de Conceição de Monte Alegre cujo território se estendia entre o rio Paranapanema e rio do Peixe, até as barrancas do rio Paraná, coube a Estrada de Ferro Sorocabana construir suas linhas férreas.

Entre os primeiros habitantes da região se encontrava José Teodoro Filho, proprietário que doou uma pequena quantidade de terras para a construção do Distrito. Em 1917, o território era formado de matas e campos, e a região já era habitada por três etnias indígenas: caiouás, xavantes e caingangues.

A ferrovia chegou em Martinópolis em 5 de agosto de 1917, A estação e consequentemente a futura cidade se chamou José Theodoro, nome que homenageava um grande desbravador mineiro do Oeste Paulista que morreu em 1875.

Outro fator de desbravamento da região, anterior à chegada da ferrovia, foi a abertura da Estrada Boiadeira, pela empresa Diederichsen & Tibiriçá, gerenciada por Francisco Whitacker, no ano de 1906, rumo ao Estado do Mato Grosso, atual Mato Grosso do Sul.

Essa estrada passava a montante da cachoeira do rio Laranja Doce, muitos anos depois, em 1929 a Companhia Elétrica Caiuá construiu uma usina hidrelétrica, denominada Usina Laranja Doce, que fornecia energia para algumas cidades próximas, inclusive Presidente Prudente. A Represa LARANJA DOCE hoje é o cartão de visitas da cidade.

No entanto, o desbravamento real só chegou a partir do prolongamento dos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana. Em 5 de agosto de 1917 foi inaugurada a estação de José Theodoro, no meio da mata virgem. No início era um simples vagão de trem, colocado num desvio, que servia de acampamento aos construtores.

Formação do Município

Durante sete anos, ou seja, até 1924, nada havia ao redor da estação da Estrada de Ferro Sorocabana, a não ser a guarita do guarda-chaves e as casas dos ferroviários.

Somente em 1924 o imigrante português Coronel João Gomes Martins, natural da Ilha da Madeira, que fazia importação e exportação de secos e molhados na cidade de São Paulo, resolveu investir no negócio de colonização de terras e retirada da madeira que tinha um alto valor já na época.

No final de 1924 ele adquiriu 10.000 alqueires de uma propriedade desmembrada da grande Fazenda Montalvão, contratou agrimensores, fez o arruamento no local onde queria que surgisse o povoado, abriu estradas rurais e fez propaganda para quem quisesse adquirir as terras férteis.

Implantou, dessa forma, o Núcleo Colonial Boa Ventura e, desembarcando na estação da estrada de ferro, começaram a chegar os primeiros desbravadores, como as famílias Saram, Quaranta, Tudisco, Contini, Sartori e Valentim, entre outros pioneiros.

João Gomes mantinha um agente de venda de terras descendente de japoneseschamado Tomekichi Ogata, que foi o responsável por trazer um grande contingente de imigrantes nipônicos.

Outro agente era o fluminense Eugênio de Mello, que trouxe vários compradores da região de Nova Friburgo, no estado do Rio, por exemplo, as famílias Tardim, Gueraldt, Perroud, Sanches, Schott, Macedo, e da Itália e de Portugal Zamora, Jacomeli, Giacomelli, Zangarini, Gouveia, Santos, Ferreira, Queiroz e outras.

O povoado foi crescendo, as primeiras casas comerciais foram surgindo, sendo a pioneira implantada por Antônio Rodrigues Parente e Antônio Joaquim Senteio, que vendia gêneros alimentícios, tecidos, armas e munições, ferramentas para a agricultura etc.

O colonizador construiu o Hotel Colonial, a primeira construção de alvenaria do povoado, para receber as levas de interessados em adquirir lotes rurais. Alguns anos depois implantaram empresas comerciais: Carlos Platzeck, Guilherme Sefrin, Ângelo Sanches Zamora, Angelo Bergamini, Mario Liberto, Raimundo Barbosa, Antônio Jacomeli, Antônio Ferreira Amaro e Enides Zangarini e muitos outros.

O lugarejo,ainda denominado José Theodoro, foi transformando-se com a chegada de muitas pessoas buscando uma nova vida.

De início foram instaladas, bares, casas comerciais, muitas pensões e serrarias, posteriormente máquinas de café e cereais, o povoado ia se ampliando e almejava se tornar distrito de paz. Foi construída uma rústica capela, dedicada a Santa Bibiana, por devoção e por ser o nome de uma das filhas do colonizador.

Em 20 de dezembro de 1929 o Presidente do Estado de São Paulo, doutor Julio Prestes de Albuquerque, promulga a LEI N. 2.392, que cria o distrito de paz de José Theodoro, no município e comarca de Presidente Prudente. Em 1937, quando o trabalho e as paixões agitavam a vida e o progresso do distrito, seu fundador, faleceu na capital paulista.

O primogênito João Gomes Martins Filho político que chegou a ser candidato a Vice-Governador do Estado de São Paulo, na chapa do então candidato Prestes Maia, continuou a venda das terras.

Participou também da colonização e desenvolvimento da cidade de Martinópolis, a extinta Companhia Aviação São Paulo/Mato Grosso, que tinha entre seus principais acionistas o senhor Jan Antonin Bata, imigrante Tcheco, muito culto e viajado que dominava sete idiomas, perseguido pelos seguidores de Adolf Hitler, exilou-se nos Estados Unidos, de onde veio para o Brasil em 1941, que colonizou a área compreendendo entre os municípios de Rancharia até Indiana incluindo a hoje famosa Represa Laranja Doce, após comprar vastas áreas de terras nos Estados de Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo.

Dai o nome de "Viação" dado a atual Vila Alegrete.

Em 29 de janeiro de 1939 ocorreu a instalação solene do município, tendo seu nome alterado de José Theodoro para Martinópolis, em homenagem ao colonizador.

Em 13 de junho de 1945, com grande comemoração, foi instalado solenemente a Comarca de Martinópolis.

Até meados da década de 1940 o município se estendia por uma área territorial de aproximadamente 4.000 km², limitando-se com Regente Feijó, Presidente Prudente,

Valparaíso, Guararapes, Tupã e Rancharia.

Boa parte das áreas dos atuais municípios de Lucélia, Osvaldo Cruz, Sagres, Nantes e

Pracinha foram desmembramentos de nosso antigo território.

Pelo decreto-lei estadual no 14334, de 30 de novembro de 1944, foram criados: a comarca de Martinópolis, com sede no município do mesmo nome, e o distrito de Teçaindá.

Em 24 de dezembro de 1948, é criado o distrito de Guachos com sede no povoado de Vila Escócia.

Que teve na figura do alemão naturalizado brasileiro Kurt Sack seu grande pioneiro e colonizador.

Um detalhe interessante é que quando o Coronel João Gomes ou seu filho passavam montados a cavalo pela cidade, os homens e mulheres tinham que render reverência aos mesmos, levantando das cadeiras, os homens inclusive tirando o chapéu.

O turismo no Balneário Laranja Doce

Martinópolis, através dos incentivos proporcionados pelo poder público, está incrementando o turismo, inclusive tentando obter o título de Estância Turística.

A Represa, popularmente conhecida como Usina, por lá estar instalada a primeira usina hidrelétrica da região, implantada em 1930, é formada pelo rio Laranja Doce e seus afluentes Alegrete e Estiva.

Possui um espelho d´água de 80 alqueires, propícios à prática da natação, pedalinho, esqui-aquático, caiaque, pesca e outros esportes náuticos.

Às suas margens está implantado um complexo turístico que se constitui num dos maiores centros de atração da 10ª Região Administrativa do Estado, além de receber visitantes do norte do Paraná. Aliado à beleza natural, no local foram edificadas muitas casas de veraneio, algumas colônias de férias, vários clubes e condomínios. Entre os clubes, destacam-se o Recreativo e o Jangada e entre os condomínios o Recreio, Vivendas, Jangada e Recanto.

O Balneário Laranja Doce é de livre acesso ao público, com churrasqueiras, áreas de camping e banheiros à disposição dos turistas. Tudo isso faz com que o município seja conhecido em toda a região como o "Guarujá do Oeste Paulista."

Martinópolis, bem como a quase totalidade dos municípios do Oeste Paulista, tem como base a agricultura e a ferrovia. Ambos foram os elementos responsáveis pelo surgimento dos núcleos urbanos e rurais na região.

O município

Aniversário: 13 de junho

Fundação: 29 de janeiro de 1939 (78 anos)

Gentílico: Martinopolense

Prefeito: Cristiano Macedo Engel (PV) (2017–2020)

Unidade Federativa: São Paulo

Mesorregião: Presidente Prudente

Microrregião: Presidente Prudente

Municípios Limítrofes

Nantes, Iepê, Rancharia, Parapuã,

Sagres, Pracinha, Mariápolis, Caiabu,

Indiana, Regente Feijó E Taciba.

Distância até a capital 539 km

Características Geográficas

Área 1 253,158 km²

População: 24.219 hab. Censo IBGE/2010

Urbana: 17.975

Rural: 4.371

Homens: 12.488

Mulheres: 10.898

Densidade demográfica (hab./km²): 17,83

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 20,95

Expectativa de vida (anos): 68,71

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,37

Taxa de Alfabetização: 87,39%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,750

IDH-M Renda: 0,683

IDH-M Longevidade: 0,729

IDH-M Educação: 0,839

Páginas oficiais:

Prefeitura: www.martinopolis.sp.gov.br

Câmara: www.camaramartinopolis.sp.gov.br

Segundo estimativas do IBGE, teremos 25.966 habitantes no final de 2016.

Vejam tabelas completas, por estados, em pdf no

site http://www.ibge.gov.br/…/populacao/esti…/estimativa_dou.shtm

Nascidos em Martinópolis

Ary Toledo

Ary Christoni de Toledo Piza

Nascimento: 22 de agosto de 1937

É um humorista, cantor, músico,

compositor, teatrólogo, ator e dublador brasileiro. É considerado pelo Livro de Recordes do Brasil, "O maior piadista do Brasil", com um repertório de mais de 62.000 piadas, título que recebeu no palco do programa de TV Domingo Legal.

http://m.sbt.com.br/domingolegal/fiquepordentro/95207/Ary-Toledo-e-homenageado-na-estreia-do-Esta-e-Sua-Vida-no-Domingo-Legal.html

Chico Galindo (Chiquinho Galindo)

Francisco Galindo Filho

Nascimento: 28 de junho de 1956

É um empresário e político brasileiro, ex-prefeito da cidade de Cuiabá, após a renúncia de Wilson Santos, que disputou o Governo do Estado de Mato Grosso.

Foi Prefeito de Cuiabá, no período de 30 de março de 2010, até 31 de dezembro de 2012.

Dulcineia Novaes

Dulcineia Novaes Felizardo Vieira

Nascimento: 09 de agosto de 1955

É uma jornalista, repórter e apresentadora de televisão brasileira.

Formação

Formou-se em jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina em 1979, cursou especialização em marketing pela FAE Business School (Faculdade de Administração e Economia, atual Unifae), e mestrado em Comunicação e Linguagens, pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) em 2007.

Carreira

Iniciou a carreira jornalística na Folha de Londrina em 1978. Em 1981 começou a trabalhar como repórter na Rede Paranaense de Comunicação.

Na mesma emissora apresentou o programa semanal Meu Paraná. Faz reportagens para o Estado do Paraná e para jornais de nível nacional. É também repórter nacional do Globo Repórter e internacional desde de 2013.

Desde de 2000 acumulou função acadêmica, atuando como professora universitária. Há mais de vinte anos atua também como pesquisadora e palestrante na área de Comunicação com ênfase em Videodifusão e temas de Cibercultura e Webjornalismo.

Prêmios e homenagens

Em 2007 foi homenageada pela Câmara Municipal de Curitiba, recebendo o Prêmio Dino Almeida.

Em 2010 foi vencedora do Prêmio Fundação O Boticário de Jornalismo. Em 2011 foi premiada com o Troféu Raça Negra Jornalismo, na categoria Jornalismo Feminino.

Em 2014 foi uma das homenageadas com o Prêmio Mulher Destaque.

Garota propaganda

A martinopolense Márcia Valentim atuou como modelo durante muitos anos, fazendo campanhas publicitarias para inumeras marcas. Foi capa de várias revistas, fez fotos de publicidade de diversos produtos.

Jogador de Futebol

Luiz Carlos Canizares, um dos filhos mais conhecidos da cidade de Martinópolis.

Luis Carlos como é conhecido no mundo do futebol, inciou carreira profissional no EC XV de Novembro de Jaú, posteriormente se transferiu para o Santos Futebol Clube, onde atuou de 1989 a 1993, disputando mais de duzentos jogos pelo alvinegro de Vila Belmiro, muitas vezes usando a faixa de capitão. Jogou ainda pela Seleção Paulista e Goiás. Luis Carlos reside em Presidente Prudente-SP

EC XV de Novembro de Jaú

Seleção Paulista de Futebol

Santos Futebol Clube

Goiás Esporte Clube

Quata Futebol Clube

Veteranos do EC XV de Novembro de Jaú

um pouco MAIS de Martinópolis e sua gente...

Museu Virtual de Martinópolis informa:

Agora é definitivo... já está na gráfica em Presidente Prudente o livro MARTINÓPOLIS, DO PASSADO AO PRESENTE, contendo 128 páginas, papel couché, mais de 100 fotos antigas, maioria que não saíram em meus livros anteriores. No final de setembro à venda.

Capa e contracapa - Autor do livro: José Carlos Daltozo.

O radialista e hoje deputado estadual Ed Thomas visitando o também radialista Nenê Rodrigues, proprietário da Rádio Tuiuti, em foto de 1997.

O governador Laudo Natel recebendo título de cidadão martinopolense em 19 de Dezembro de 1967. Ele está no centro da foto, do lado esquerdo está José Pelegrini Neto, do lado direito Francisco Olavio de Souza, Clarisvaldo Pereira de Almeida e Lutgards Brisola Duarte (Doca).

Equipe de basquete feminino do antigo CENE - Colégio e Escola Normal Estadual (atual Escola Coronel João G. Martins), em foto de 1961. Em pé, da esquerda para a direita, Cida Dias, Doroti Paiano, Dirce Zamora, Lorete Salomão, Professora Suzana e um arbitro. Agachadas estão Lizete Salomão, Zelinda Naufal, Cilene Naufal e Natalia Zamora.

Feliz Aniversário !

15 de setembro de 2016

Edith Falkemback de Oliveira, esposa do primeiro prefeito de Martinópolis, Octávio Gonçalves de Oliveira, completou 100 anos em agosto. Os familiares fizeram uma grande festa em São Bernardo do Campo-SP.

Um exemplo de entidade

Guarda Mirim de Martinópolis, que prestava ótimo atendimento aos menores ao conseguir seus primeiros empregos no comércio da cidade, mas foi extinta. Foto de 02 de Junho de 1990, em frente ao antigo Banespa. À direita, o presidente Natálio Ferreiro.

Martins: Significa

“guerreiro” ou “dedicado ao Deus Marte”.

admiração, respeito e titulos.

*MATERIA ATUALIZADA A QUALQUER MOMENTO.

(Fontes: José Carlos Daltozo - Wikpedia - Prefeitura Municipal de Martinopolis - Emubra Enciclopédia - Google - Youtube - Fotos e Fatos Martinópolis - Museu Virtual de Martinopoilis) web / OA

O nosso muito obrigado.

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